[Ficha] Cherrydan, the Commander v1.0

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[Ficha] Cherrydan, the Commander v1.0

Mensagem por Cherrydan em Ter Dez 13, 2016 10:33 pm


PESSOAL
Nome:Cherrydan Catherine Morie
Idade: 20 anos
Sexo: Feminino
Altura: 1,65 m
Peso: 56 Kg
Raça: Humana
Talento: Lutador
Grupo: Andarilho
Rank: -x-
Jewels: 0 J$

Nível:
Experiência: 0/50

STATUS

150 pontos para distribuir entre HP e MP
Health Points (HP):100 HP
Magic Power (MP):150MP

Velocidade(VEL): 10 m/s 
Visão(VIS): 15 m/s

CAMINHO MÁGICO

Magia primária: Command T
Descrição:  Essa magia permite ao usuário alterar a massa de tudo, tanto expandindo-a ou reduzindo-a. O usuário é capaz de manipular a massa de objetos, pessoas, animais e até mesmo magias possuem massa, podendo reduzi-la para não ter um efeito danoso e fazendo com que volte ao lançador em um tamanho maior. Porém o usuário não pode alterar a massa de seres que são mais poderosos que ele, ou melhor, que possuem num todo um poder mágico maior que o seu.

PET

Nome: -x-
Rank: -x-
Magia: -x-
Descrição: -x-

Status:
HP - N/A
MP - N/A
Velocidade - N/A
Visão - N/A

ARMA

Nome: -x-
Rank: -x-
Magia/Habilidade: -x- 
Descrição: -x-

Magia secundária: -x-
Descrição: -x-

CARACTERÍSTICAS

Características Físicas:
Spoiler:
Características Psicológicas: Cherrydan é uma pessoa extremamente focada, grosseira e sem medo de se posicionar quanto ao que acredita, costuma ser considerada com espírito de homem por seu modo de falar e agir, e mal a reconhecem como vinda de uma família burguesa. Ela deixa claro o que pensa, e não vai pensar duas vezes antes de ser sincera.

História:  Os Morie eram muito conhecidos na cidade portuária de Hargeon por suas luxuosas e gigantes frotas de navios mercantis. O Conde Morie viaja por todas as partes de Fiore em busca de todo tipo de mercadoria cara, sendo considerado um dos burgueses de maior influência na região sul de Fiore. A Condessa Miore, por outro lado, uma bela dama de pele branca como a neve e de cabelos loiros sem escolaridade alguma, vinda de uma família antiga de monges capazes de usar magia.
Cherrydan cresceu correndo pelos corredores da grande mansão, acompanhada pela avó — uma maga velha e desprezada pela família do pai. Fez aulas de dança e piano, uma aluna prodígio que não via necessidade alguma com conhecimentos fúteis de álgebra e literatura. Amava a magia, a magia proibida que sua avó lhe ensinava secretamente.
A velha Catherine possuía um grande poder mágico e domínio de Command T — mesmo que o corpo debilitado a impedia de realizar feitiços mais complexos. Durante anos ensinava a neta em uma clareira na parte de trás da mansão, ensinou a meditar, concentrar o poder mágico, e acima de tudo a controlar. Command T era uma magia rara, passada de geração em geração pela família dos monges, e muitas vezes atraía caçadores de recompensas deslumbrados.

  — Dez anos atrás —

— Vovó, eu aprendi a encolher!
 A garota de cabelos azulados saltitava como um exceed, correndo em direção à cama de sua avó e sentando na beirada, de início necessitou fazer muita força para se elevar ao nível da borda da cama, mas relaxou ao sentir o braço enrugado e manchado da senhora afagando seus cabelos.
— Tome cuidado com seus truques, Catherine.
A garota de dez anos fica emburrada, inflando as bochechas e soltando resmungos irritados, mas logo dá um sorriso e salta da cama, parando com os dois pés no chão de carvalho. Ela vira para a senhora e flexiona os joelhos, dobra levemente os braços curtos e começa a concentrar seu — ainda — pequeno poder mágico.
- AAAAHHHHH!
Solta um grunhido, e relaxa a musculatura, formando um círculo mágico esverdeado em cima de sua cabeça, e diminuindo seu tamanho consideravelmente — chegava a cerca de 10 cm de altura. A velha dá uma longa risada rouca e arrastada, mas logo se cala ao ouvir passos apressados ao longo dos corredores.
—Vamos Catherine, esconda-se embaixo da cama!
A garota ouve a avó sem contestar, andando rapidamente com suas pernas curtíssimas para baixo da cama, utilizando o cobertor como uma espécie de cortina. A porta é aberta bruscamente por um grupo de cinco homens encapuzados.
Empalada por mercenário mandados pela família de seu pai. Cherrydan tornou-se outra pessoa, sem a presença quase que materna de sua avó, começou a treinar por conta própria. Tornou-se agressiva e violenta, resmungando e respondendo à todos. Já era tempo de vir o arrependimento de seus avós paternos, mas o orgulho dos Miore era muito maior que sua compaixão por uma criança.
—x—

O céu estava azul, a brisa dançava um formoso tango com os calorosos raios de sol. A  azulada caminhava pelos jardins de Magnólia, segurava uma mochila maltrapilha e suja contendo suas roupas e algumas moedas de bronze e prata, acabara de chegar à cidade e não sabia o que faria.
Andando pelas longas ruas urbanizadas de ladrilhos alaranjados encontra uma pousada, possuía uma pequena placa enferrujada escrita "Inn". A jovem adulta abre a porta, que range alto, ativando um mecanismo por corda de um pequeno sino dourado acima da porta de madeira. Ela anda em passos largos até a recepção, deparando-se com uma jovem de cabelos esverdeados.
— Um quarto, por favor. — sua voz saíra mais grossa e rouca do que o esperado, e assim observava os olhos levemente arregalados da recepcionista, que logo se recompõe e lhe entrega uma pequena chave de metal.
— Cinco bronzes a noite, três bronzes a noite se ficar por uma semana.
A voz da recepcionista era aguda e desinteressada, constantemente olhava para os cantos ou para algumas baratas que escalavam a parede dos fundos.
—Dá-me uma semana então. — sua voz sai mais adocicada, e joga ao balcão de madeira barata vinte e um bronzes, arrancando a chave da mão da recepcionista e subindo as escadas.
Simples e estreita, feita de tábuas esbranquiçadas que rangiam com o baque do salto, a maga anda pesadamente até o quarto 201, aonde abre a porta violentamente e fecha-a de mesma intensidade, tacando sua mochila maltrapilha em um canto empoeirado e encarando a cama, uma cama estreita e fina, que mais parecia ser feita com fibras de bambu.
—Mas que saco...
Resmunga revoltada, ergue o braço direito e fecha o punho, sentindo os músculos enrijecerem e as veias saltarem. Um pequeno círculo mágico esverdeado aparece em sua mão, e logo o colchão infla, como se fosse da mais rara pena de ganso. Sorriu satisfeita com o trabalho, e tratou de se tacar na cama, sentindo a maciez que sua magia conseguia passar para objetos do dia a dia. Fechou os olhos lentamente, e deixou que a fadiga e o cansaço tomassem conta de seu corpo.
—x—
Estava cercada por oito homens. Todos bem mais altos, alguns magos e outros não, e todos desesperados para tirarem sua pureza. A lua brilhava forte e iluminava por entre brechas o beco escuro, sujo e insalubre por entre casas de prostituição de Magnólia. No subúrbio da tão bela e maravilhosa cidade, as mulheres faziam sua vida do seu jeito, e os bêbados traiçoeiros agavam as poucas moedas que possuíam e corriam pelas ruas lamacentas.
—Vem aqui gatinha, não vamos te machucar...
—Se você ficar quietinha e não gritar, você vai implorar pra não parar...
A azulada encarava os homens com desgosto, ao passar de carroça pela fronteira da periferia — repleta de guardas, diga-se de passagem — vira como os bordéis e casas de prostituição atraíam uma grande clientela, fora tola ao acreditar que seria capaz de enganar homens farrapos e mal-amados. Antes que pudesse mostrar sua indignação, o mais rechonchudo de todos aproxima-se rapidamente, segurando o pulso fino e fazendo-a arfar, sorri abertamente com os dentes tortos e assovia para que os outros sete o acompanhem.  
Pela primeira vez em anos sentiu uma sensação única — desespero. Arregalou os olhos e puxou o braço com toda a força que possuía, deixando uma marca de unha passando do cotovelo aos dedos, e deixando o rechonchudo com um olhar revoltado. Antes que um dos grotescos ogros pudesse lhe tocar novamente, concentra sua magia no corpo todo, enquanto encara-os com raiva e com lágrimas aos olhos, aumentando o tamanho de seu corpo em diversas vezes. Estava mais alta que os prédios, e sentia o corpo pesar mais, a vista de cima era como uma panorâmica, conseguia ver os jardins e a biblioteca, mesmo que já estivesse no gueto. Desesperada para acabar com seu tormento, ágil antes que usassem qualquer feitiço contra si, pisa freneticamente no chão, como se esmagasse as baratas nojentas de seu quarto da hospedaria. Volta ao normal e encara a carnificina que havia feito: o cheiro do ferro concentrado entrava por suas narinas e queimava os ductos do meato, a cena começava a dar-lhe uma ânsia, obrigando-a a regurgitar ao meio da cena, ali mesmo, não se importara — além de que não era algo que conseguia controlar.
O gosto de bile e de ácido invadira a boca, e antes que alguém viesse procurar a fonte dos tremores e dos gritos, correu para longe dali, não importando com as gigantescas manchas carmesim em suas vestimentas peroladas — queria sua avó, e queria agora! Queria apenas voltar a ser uma criança sem as dificuldades da vida adulta, mas não era assim que a vida adulta funcionava.
Enquanto esperava um trem para voltar ao centro de Magnólia, usava sua magia para reduzir a massa dos respingos de sangue, sentia a adrenalina correr por suas artérias, e o baço doía pela corrida acelerada que fizera sem perceber — não era acostumada a necessitar dar um "sprint" tão rapidamente, sentia a arritmia, sentia os pulmões que se contorciam para conseguir o O2 necessário para manter seu cérebro ativo, sentia o mesencéfalo implorar por energia — a visão começava a escurecer e não sentia que conseguiria se manter consciente por muito mais tempo.

— x —

Recém entregara a chave à recepcionista, virou-se para ir embora, mas foi parada. Olhou para trás, pronta para impor-se ao débil capaz de interrompê-la, mas parou ao ver a recepcionista de cabelos esverdeados. Ela desviou o olhar e soltou o seu pulso, aproximando a mão direita à cabeça e pondo uma mecha atrás da orelha. Tossiu, para diminuir o nervosismo, e entregou um pequeno bilhete para a azulada, que pegou-o sem protestar, mas encarava a esverdeada com um olhar duvidoso.
—Mande uma carta para esse endereço, um dia nos encontraremos, Catherine.
Tinha desviado o olhar, e ao voltar o olhar para o balcão, a moça havia desaparecido. O queixo caíra e encarava espantada, apenas sua avó a chamava de Catherine. Respirou profundamente, imaginando que fosse apenas uma maga com habilidades para ficar invisível pronta para lhe recrutar para uma guilda, tratou de enfiar a ideia em sua cabela, tal como enfiar o bilhete ao meio da mochila, abrir violentamente a porta enferrujada do albergue, e rumar em direção ao desconhecido, apenas buscando sobreviver — como sobrevivera até hoje.
RESIDÊNCIAS

Local: -x-
Terreno: -x-
Descrição: -x-

Inventário geral:
-x-
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Re: [Ficha] Cherrydan, the Commander v1.0

Mensagem por Mugen' em Ter Dez 13, 2016 10:52 pm

Ficha aprovada e movida;
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