[FP] Laxus

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[FP] Laxus

Mensagem por Laxus <3 em Qua Dez 14, 2016 3:26 am

PESSOAL

Nome: Laxus
Idade:23 anos
Sexo:Masculino
Altura:1,75 metros
Peso:74 quilos
Raça:Humano
Talento: Poder mágico monstruoso 
Grupo: Andarilho
Rank: -x-
Jewels: 0 J$

Nível: 1 
Experiência: 0/50

STATUS

150 pontos para distribuir entre HP e MP
Health Points (HP): 100HP
Magic Power (MP): 150MP

Velocidade(VEL): 10 m/s 
Visão(VIS): 15 m/s

CAMINHO MÁGICO

Magia primária: Age seal
Descrição: Uma magia que permite ao usuário parar o tempo.
Magia secundária: -x-
Descrição: -x-

PET

Nome: -x-
Rank: -x-
Magia: -x-
Descrição: -x-

Status:
HP - N/A
MP - N/A
Velocidade - N/A
Visão - N/A

ARMA

Nome: -x-
Rank: -x-
Magia/Habilidade: -x- 
Descrição: -x-

CARACTERÍSTICAS

Características Físicas:
Spoiler:
Características Psicológicas: Arrogante, egoísta ... Palavras desagradáveis que podem ser perfeitamente usadas, para definir a sua personalidade. A sua infância provavelmente tenha sido a principal razão para tornar-lhe alguém tão desagradável, não recebera o amor que era comum, e necessário, alguém tão jovem receber dos pais, muito pelo contrário. Estes tratavam-lhe com desdém, assim como o restante da família fazia, a razão para aquilo era bem óbvia: A sua magia. Não se importa com o próximo, pondo-se à frente de tudo e todos, não exita em prejudicar uma outra pessoa em prol de algo benéfico para si. Para que possa cumprir seus objetivos, ignora o fato de que outras pessoas ao seu redor possam se ferir.
História: 
Spoiler:
Para o restante das famílias do continente de Fiore, talvez aquele fosse apenas um dia comum, já para a sua família, podia-se dizer que aquele era um dia especial. O sol já havia sumido há algumas horas, o céu agora estava repleto de estrelas, além da lua cheia que servia unicamente para acrescentar beleza à abóboda celeste. Haviam incontáveis residências na cidade de Hargeon, contudo uma chamava a atenção. Provavelmente quem passasse perto dela ouviria gritos de dor vindos de uma mulher, ou o choro de um recém nascido, poderiam se preocupar, contudo a vizinhança sabia do que se tratava. O casal de senhores que morava ali vivia um dia especial: O nascimento do terceiro filho, Laxus. Um nome conhecido por muitas pessoas, o garotinho que nascera recebeu tal nome por causa de um famoso mago, o lendário mago da Fairy Tail, Laxus Dreyar. Não havia nenhum mago naquela família há muitas gerações, contudo  era justa uma homenagem ao mago de uma guilda que salvou, incontáveis vezes, Fiore.

Laxus, o que nascera recentemente, possuía cabelos loiros, mesmo que apenas alguns fios poderiam ser percebidos no seu nascimento. Suas íris poderiam ser comparadas ao céu azul, o pequeno tinha os olhos da mãe, e os cabelos do pai. Para a alegria de todos, o bebê havia nascido em perfeito estado de saúde. Apenas mais uma dentre milhões de crianças em todo o mundo, ou não. O começo de sua infância foi algo normal, por ser o mais novo, recebia uma atenção levemente maior por parte dos pais, além de conviver pacificamente com os irmãos. Todavia, isso não durou muito, a paz que reinava no lar decresceu ,demasiadamente, quando a magia despertou em Laxus. Era apenas mais uma tarde qualquer, a família toda divertia-se, até que algo aconteceu, algo ... Inesperado. O garotinho ria de brincadeiras feitas pelos demais, quando notou que tudo ao seu redor parou. Seu pai, sua mãe e seus irmãos, que outrora riam consigo, estavam estagnados, o mais estranho era o fato dele poder se mover.

Era tão esquisito, ele estava completamente normal, seus olhos arregalados fitavam as coisas ao seu redor, tudo estava parado. — O que houve com vocês? Estão todos bem? — Gritava o menino, no auge dos seus sete anos era incapaz de entender tudo aquilo que estava acontecendo, era complexo demais para uma criança. Não entendia a razão, o porquê de seus familiares estarem daquele jeito. Suas íris azuladas observaram um pequeno pássaro, o animal flutuava no ar, não havia movimentos em suas asas para que pudessem manter-lhe no ar, compreendeu que o problema não era apenas com as demais pessoas da casa. Lágrimas escorriam pelas suas bochechas, seu choro preenchia o ambiente, eram os únicos ruídos ali. De repente tudo voltou ao normal, os membros da sua família voltaram a fazer o que faziam antes de tudo aquilo, o pássaro continuou voando, o som de animais diversos ecoavam por ali. Todavia, algo não mudou. O som do choro que saía de sua boca. Todos olharam para si, nos olhos dos outros havia algo a mais, como se soubessem que algo anormal ocorrera ali.

O garoto antes não estava ali, durante o intervalo de tempo que passara, deu alguns passos, todos pareceram notar isso. Era como se pudesse se teletransportar. Ninguém perguntou o porquê dele estar chorando, os lábios, entreabertos, de seus familiares pareciam querer falar algo, contudo não conseguiam. Talvez porque estivessem em choque com o ocorrido. — Como você ... Como você foi parar aí? — Seu pai finalmente disse algo, o espanto em sua fala era iminente. A resposta não veio de imediato, aos poucos Laxus parava de soluçar, suas pequenas mãos retiravam os resquícios das lágrimas que escorreram pelo rosto. — Diga. — Assustou-se com o grito que saíra da boca do pai, nunca antes o homem dirigiu-se de tal forma para o caçula. — Eu não sei, tudo estava normal, até que eu vi todos parados, nenhum de vocês respondia à minha voz. — Correu na direção do mais velho, numa tentativa falha de dar-lhe um abraço, o fato de não conseguir, fora por causa do empurrão dado pelo outro. — Afaste-se. — Disse.

Não era de se espantar que pais sentissem-se orgulhosos com um filho mago, afinal, estes já fizeram muito por todo o mundo. Até mesmo o próprio nome do jovem havia sido uma forma de homenagear um antigo mago. Então, qual a razão para aquilo? Por que fora tratado com tanto desgosto pelo próprio pai? A resposta era simples. No mundo, haviam diversos tipos de magos, os que usavam do seu poder para ajudar as demais pessoas, e aqueles que preferiam usar para benefício próprio, não importando-se em machucar outras pessoas. Mesmo que a paz reinasse na data em questão, outrora o continente passou por conflitos. Há muitos anos atrás, houve um combate entre magos de outro continente, contra alguns magos de Fiore. Um destes magos pertencentes ao outro continente, era dotado desta mesma magia, possuía a capacidade de paralisar o tempo para as demais pessoas ao seu redor. As histórias corriam por todos os cantos, boa parte das pessoas sabiam de cor os acontecimentos, bem como o império de Alvarez fora derrotado. Seus pais sabiam muita coisa sobre aquilo, uma magia que perdeu-se com o tempo renascer dentro do menino era algo inaceitável, mesmo que ele não tivesse culpa.

O tempo passou, e com ele, mudanças bruscas vieram a ocorrer em sua família. Estas afetavam diretamente Laxus, que sem dúvidas era quem mais sofrera com ela. Já haviam passado cerca de três anos desde a descoberta de sua magia, um período infeliz que ele odiava com todas as suas forças, e mesmo que nunca fizesse uso do seu poder, a rejeição tornava-se cada vez mais constante. Era extremamente solitário, já que ninguém falava consigo,e quando tentava puxar assunto, simplesmente ignoravam-lhe. Todos da vizinhança possuíam conhecimento do seu poder. Muitos, provavelmente, nem achavam aquilo algo abominável, contudo os boatos, de que usava a magia para coisas ruins, percorriam pelos arredores, e todos pareciam acreditar naquilo, mesmo que fosse uma mentira. Aos poucos, a tristeza dentro de si transformava-se em outra coisa, algo bem pior, o ódio. Primeiramente odiava a si próprio, julgava-se o único culpado de toda aquela rejeição, afinal, a magia estava dentro de si. Com o tempo já considerava odiar si mesmo algo idiota, que culpa ele tinha por poder fazer aquelas coisas? Não havia pedido por aquilo.

Mais alguns anos passaram-se, tudo ia piorando aos poucos. Temia que algum dia acordasse com uma faca enfiada em sua garganta, sufocando com o seu próprio sangue segundos antes de uma morte precoce. Agressões eram constantes por parte dos irmãos, na maioria das vezes sem motivos, seus pais não ligavam para isso, de vez em quando até mesmo seus progenitores agrediam-lhe. O ódio presente dentro de si crescia cada vez, odiava toda a sua família, todas as pessoas que tratavam-lhe com desdém. O gosto pela magia aos poucos fora crescendo, via ela de uma maneira diferente que antes, acreditava que era um dom que havia sido concedido a si, talvez fosse verdade. De vez em quando usava ela até mesmo para cometer furtos, fazia-os sem que ninguém percebesse, mesmo que a culpa sempre fosse jogada sobre si. Era apenas mais um dia comum, tudo indicava que o restante dele seria como os anteriores, solitários. Estava afastado de todos quando foi surpreendido com um chute no rosto. — Você roubou o meu dinheiro. — Disse o autor do golpe, os demais apenas observavam a situação, não pareciam ter pretensões em apartar a "briga". O mais curioso de tudo aquilo era que a culpa não era sua. O sentimento de desprezo e ódio tomou conta do seu corpo, não podia mais permitir aquilo. — Chega. — Gritou, e com isso, tudo ao seu redor foi paralisado quando cerrou os próprios dentes.

Levantou-se do chão, estava extremamente irritado. Agarrou uma faca que estava ali por perto, e não hesitou. Um a um, seu pai, sua mãe e seus irmãos, todos foram alvos de golpes fatais desferidos por Laxus. Quando o tempo voltou ao normal, havia ele em pé, e vários cadáveres ao seu redor. Não sentiu remorso do que havia cometido, pelo contrário, sentia-se bem, nunca mais aqueles merdas voltariam a lhe perturbar. Uma coisa era certa: Não poderia mais viver por ali, deveria fugir para longe, tentaria usar da sua magia para que pudesse se dar bem na vida. Daquele dia em diante passou a trabalhar como um mago, não possuía uma guilda, já que preferia trabalhar para quem lhe pagasse mal. Não julgava ser uma pessoa boa, tampouco uma pessoa má, apenas fazia o que achava que deveria ser feito. Tudo em prol de si mesmo, deveria compensar os anos infelizes que passou no mesmo teto com a sua família, que agora, felizmente, estava morta. Não possuía grandes ambições, serviços em troca de dinheiro parecia ser um bom negócio. Poderia entrar para uma guilda, contudo a ideia de conviver com tantas pessoas soava desagradável, mesmo que lá todos fossem igual a ele. Poderia fazer tantas coisas, o dom que lhe foi dado facilitaria, e muito, a sua vida. Não arrependia-se nem um pouco do que havia feito, se pudesse, não hesitaria em fazer de novo. Não usa o sobrenome da família, pois não vê razões para isso.

RESIDÊNCIAS

Local: -x-
Terreno: -x-
Descrição: -x-

Inventário geral:
-x-
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Re: [FP] Laxus

Mensagem por Mugen' em Qua Dez 14, 2016 11:25 am

Boa história;
Ficha aprovada, não esqueça de registrar sua magia lost;
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Mugen'
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